sábado, 16 de julho de 2011

O tempo.

Nada é tão grande, ainda assim nem tão pequeno quanto o grande amor que sinto por ti e a enorme vontade que tenho que não me deixes.
Tenho brigado comigo mesma por volta do tempo.
Tempo este que nos separa por um descaso ainda desconhecido a meu coração.
Viver enlouquente a teus beijos, querer teu abraço reconfortante e teu carinho de amante.
Por querer me desfiz de quem um dia quis amar, desesperando-me por impulso.
Mas ainda que não o ame um dia o farei me amar.
Não sabendo os propósitos de nossa doce paixão, acredito que não te quero mesmo o querendo. Torno-me confusa!
Preciso reaver o que hoje possa me fazer bem e distinguir o que amanhã me fará mal.
Não é fácil querer ser feliz, mas ainda preciso cuidar de mim mesma. E estarei aqui mesmo como amiga, se não te servires o meu amor!

Desespero!

E hoje eu não sei onde foi parar minha coragem,
Preciso te amar de forma descabida, desesperadora.
Mas por não tê-lo, aqui o espero, de maneira singela e discreta,
Para um amor sem escrúpulos, ou limites.
Nada de paixão avassaladora, quero uma paixão veemente ao amor,
Feita por dois corpos apaixonados.
A saudade me deprime, ainda sim enlouqueço por desejo e
Não te esqueço por saber que a cada volta entre nós dois jamais haverá
Uma breve despedida.
Apenas o desfecho do espaço traçado entre nossos corpos.
Vivo louca a espera de um beijo teu...
Estive a sonhar com teus paços em minha direção, por um medo incapaz
De acordar, despertaram-me.
Mas ainda sim sonho acordada a te esperar.