quarta-feira, 21 de setembro de 2011




Ai como quero teus beijos,
Te sentir por completo...
Nossa! Sonho com você todas as noites...

Adeus paixão

Eu quero gritar,
Eu quero correr.
Mesmo sabendo o porquê me sujeito a não te querer.
Por saber que te perdi,
Por saber que necessito de ti.
A cada grito silencioso, um choro rancoroso.
Mesmo sabendo que tal sentimento é um conforto em meus pensamentos.
Peço que meu coração um dia te odeie não de ódio mortal.
 Mas um ódio sem sentimento,
Um ódio sem “desatento”.
Não é morrendo que vou te conquistar, tampouco choramingando aos quatro cantos.
Há como te amar é um perigo, por um minucioso descobri que é paixão.
Queria te olhar e não sentir nada.
O “nada” que preenche todo o vazio quando você está por perto.
Como é triste apenas falar no papel palavras que gostaria de pronunciar-te.
Como te quero.
Como desprezo este tal sentimento que nasceu em mim.
Não por ti, mas sim pelo perigo que desatina meus sentidos.
Como gostaria de parar de pensar.
É um desespero constante querer-te como te quero,
Por isso te digo ADEUS!

Incapazes


 
 
Sabe às vezes tudo parece tão comum a meus olhos. É que sempre ter que aceitar a realidade se torna difícil a cada passo.
Não que eu seja burra e não saiba andar. É que às vezes as circunstancias nos tornam idiotas querendo saber o porquê de tudo.
Tá bom, eu sei que sonhar não custa nada, e querer também não. Mas para sonhar é preciso querer e pra querer é preciso ter sonhado antes.
Ser frio e calculista nem sempre é legal.
Somos todos incapazes de entender a real transparência que nossos olhos emitem a nosso respeito. A realidade é tão pequena, mas se torna grande com a quantidade de carros que trafega por ela.
Enfim, somos todos uns bandos de incompreensivos, tentando fazer parte dessa realidade confusa.