terça-feira, 24 de abril de 2012




Tinha esquecido o quanto você me faz bem.
A cada instante é um tormento inconveniente, até mesmo insistente.
Que não agora, tampouco amanhã.
Que o resto do tempo eu possa te ter aqui até o amanhecer.



Tenho visto teu rosto em tantos corpos diferentes.
Assim é inevitável.
Te quero tanto, não sei se por amar-te, mas te quero.
Às vezes, até mesmo mais que “eu”.
Não tenho mais pesadelos, será porque és o anjo de minhas noites?
Hoje eu senti saudades de ti ter aqui comigo.

Nada haver.



Por que será que o encanto se perdeu?
Um choro, um grito. Para quê dar um si quer movimento?
Por um instante me perdi no encanto dos teus olhos.
Queria que o tempo corresse quando estamos “juntos”.
Te odeio mesmo te amando.
Te suporto mesmo querendo você bem longe.
A maldição da paixão me agarrou, sorrindo da desgraça que me aconteceu.
Só chorar, só correr, só gritar. Nada haver, vou morrer.
Me desespero calada, querendo ser “amada” por ti.
Se te amo, não sei.
O que perdi recuperei.
E sim, nada mais serei sem ti.

Por nós dois




Não têm cabimento estas tuas palavras, não para mim.
Porque será que te amo?
Um sonho confesso.
Decepcionada, não existe palavra mais correta e complexa para expressar o que sinto agora.
Será que perdi meu tempo com nós dois?
Me perdoe por sonhar.
Me perdoe por amar.
É tão confuso, até mesmo estranho. Mesmo querendo te amar, cada vez mais me afasto de ti.
Por nós dois, mas nunca por mim.
Não esquecerei os muitos momentos em que estive contigo.
Por que hoje acredito; Você nunca esteve comigo.
Juro não mais querer um amor assim, sem sentido.
Te perdôo por não amar, por não correr e até mesmo por sofrer.
Só não perdôo estas poucas palavras que me fizeram chorar.