sábado, 11 de fevereiro de 2012


E quando olho pra dentro de mim, vejo que pouco sou a outros olhos...

Descabido melodrama


No passado uma alegria que hoje se torna tristeza.
Escrever talvez seja, ou até mesmo tenha sido uma, na verdade a única maneira menos implícita que encontramos de nos desfazer de temores, rancores e amores.
Amar não é a mesma “coisa” que gostar ou se apaixonar. Querer se torna uma palavra complexa quando se quer algo versos alguém.
É por correr contra o tempo que me desconheço. Me aplico valores e também “sensores”, e me agrego na função de por um instante sem precedentes.
Um “jogar” desembestado, um conselho desenfreado trazem a um ser talvez a angustia, necessitando de goso.
A verdade é que a vida é um show de horrores, que completa cada um na medida do seu ser.
Não sendo bom, ou até mesmo necessário se torna descabido.
Com ganância, sem ganância.
A vida se completa a cada meta que se decide traçar.
Pelo melodrama, pela transa ou pela cama decide te amar.


Só um sonho


Queria poder esquecer tudo o que se passou e tudo que ainda se passa em meu coração.
Te amo mesmo questionando não te amar...
Te amo por nós dois. Te suporto por nós dois.
É como se eu vivesse em uma fotografia antiga, cheia de manchas e rasuras perceptíveis.
O sonho se acaba.
Ao acordar sinto sua falta.
Talvez por te amar ou não, apenas por enlouquecer ao te ver.
Algumas lembranças me encantam até mesmo me entristecem.
Em um segundo tudo se passou, tudo se acabou.
Não foi por engano que quis me apaixonar, tudo foi proposital.
Ambos sonhamos rosas, invés disso, vivemos cravos.