sábado, 18 de junho de 2011

Sereno '

Bem o amor não sei de quê, de quem, ou de onde surgiu!
Em meio a isso tudo me tornei propicia a amar, não sei quando, nem onde!
Vivendo por meros lampejos, tornei-me quem sou sincera, com medos e suplicas a declarar, ainda sim vivo ao léu.

Nada é por acaso, e se bem sei os caminhos não são tortos, perigosos apenas.
Digo por um dia ter entortado os caminhos mais perfeitos que me foi dado!

Não nasce para aprender e me tornar tudo o que sou, tudo o que fiz como conseqüência recebi um fardo, nada mais que merecedor.
Embora o amor seja calmo e sereno, tortuoso, tenebroso!

Quem um dia entenderá?
Talvez hoje eu entenda, pois vivo em busca do meu amor, aquele a quem chamo "Sereno". Oh, quão grande amor...
Miseráveis dias viverei por tanto amar'.
Apenas sei que hoje nada sou sem esse amor.
...


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