domingo, 10 de julho de 2011

Quase sempre!



Coisas de mim mesma, o que me faz sentir estranha.
Não sei como viver limitadamente.
Eu queria viver poxa, será que é preciso me limitar pra viver bem perante a sociedade?
- Não se vai ser bom, mas o creditado me da cada vez mais expectativa.
É diferente, chega a ser estranho.
O amor existe? Não é possível você amar alguém que não te machuca, mas também não te machuca. Meio escroto’.
Um choque diante da realidade esquizofrênica de ser humano. Não me sinto um ser inanimado. Na verdade nem sei por que estou falando sobre isso.
Eu preciso de uma presença mais serena diante de mim, não em adoração, mas como expressividade. Se é que alguém pode me entender, quase impossível!
Desfazer as malas e decidir ficar não faz muito o meu feitio, mas...
Não posso negar que vivo como se eu estivesse em um jogo, onde tudo e qualquer coisa podem matar-me, ou coisa e tal. Ainda sim sinto a necessidade de pedir perdão, não sei com que propósito. Ou se por qual em alguma finalidade me definiria, mas estandarte da vida às vezes me deprime, quero dizer; Quase sempre!
Pudera eu salvar o mundo, pura ilusão de um coração desesperado.

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