quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Adeus paixão

Eu quero gritar,
Eu quero correr.
Mesmo sabendo o porquê me sujeito a não te querer.
Por saber que te perdi,
Por saber que necessito de ti.
A cada grito silencioso, um choro rancoroso.
Mesmo sabendo que tal sentimento é um conforto em meus pensamentos.
Peço que meu coração um dia te odeie não de ódio mortal.
 Mas um ódio sem sentimento,
Um ódio sem “desatento”.
Não é morrendo que vou te conquistar, tampouco choramingando aos quatro cantos.
Há como te amar é um perigo, por um minucioso descobri que é paixão.
Queria te olhar e não sentir nada.
O “nada” que preenche todo o vazio quando você está por perto.
Como é triste apenas falar no papel palavras que gostaria de pronunciar-te.
Como te quero.
Como desprezo este tal sentimento que nasceu em mim.
Não por ti, mas sim pelo perigo que desatina meus sentidos.
Como gostaria de parar de pensar.
É um desespero constante querer-te como te quero,
Por isso te digo ADEUS!

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