terça-feira, 27 de março de 2012

acaso um caso.





E não diga que me ama!
Por tropeços já passei, nada impossível de esquecer.
Tampouco contra dizer tudo o que foi dito.
Eu queria mais um beijo!
E hoje quando olhei para trás as rosas murcharam, o sol sorriu e disse; venha viver que hoje é um novo dia.
Ah, como eu quero realmente este beijo, acalente meus sonhos mais uma vez, destorça meus desejos, meus prazeres e alegre minha tristeza.
Mas pra que fugir e pra que chorar?
Sinceramente não sei mais nada.
E desta vez o vento sopra e em meio a poeira me traz lembranças...
... Lembranças de um corpo.
... Lembranças de um cheiro.
... Lembranças de um beijo.
E se agora eu chorar, por favor, não enxugue minhas lagrimas.
É que em meio a um doce e meigo gesto, apaixono-me pelo acaso.
Acaso este que se torna um caso.

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