Embora todas as palavras pareçam ser ditas, nada mais é que ilusão. Um furo impenetrável.
Ao acordar me encontro com marcas, não marcas do passado como em todas as noites antes de dormi, tampouco angustia.
Marcas de mim mesma, acredito eu ser a repressão de meus instintos para com meu eu ANIMAL ‘.
Sentir dor. há! Isso é muito bom.
É quando me sinto mais viva, lamentando com lagrimas e murmuro com suplicas por antibióticos. O imprevisível, o anônimo me fez ser quem sou, viajante do tempo em minha própria cama.
Não a sonhar, mas a realizar minha maior realidade neste instante;
Dormi.
Indecentes modos de viver não me deixam envergonhada, já dizia alguém em algum lugar “CADA UM NO SEU CADA QUAL”.
O estranho acontece inesperadamente por ser normal, sem nexo. Agora quero ver alguém descrever o sem nexo de maneira estranho com palavras hediondas ainda sim enigmáticas .
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