Ele seria perfeito para este momento, nada mais.
Dói um pouco saber que não é tão real quanto meus sonhos, que é tão perfeito quanto a nova cédula de cem.
Nossa como ele é amável, carinhoso, perfeito a meus olhos.
Como amar o nada?
Como somos tão pouco um ao outro, nada óbvio a declarar.
Um sinal vermelho eu diria, mas para quem?
Para mim mesma talvez.
Outro dia eu me escondi dentro de mim mesma,
dizem não ser possível.
Sabe que às vezes me considero poetisa? Já outras uma doida que nem sabe do que fala, no entanto tudo nada passa de bobagens.
Sinto-me diferente necessariamente por falar de coisas, tipo sentimentos que outros acham estranhos. O estranho é normal maluco!
Só falta agora outros me dizerem, ‘além da minha mãe (fato)’.
O que devo ou não escrever sobre mim mesma, meus sentimentos, minhas criticas. Enfim, meus medos. Poxa, mas se os medos são meus, por que falar dos seus?
Preciso desesperadamente viver o meu e o seu, nada mais que expectativas grotescas de minha parte, é que o oculto sempre é convidativo. Já que não me convidas a te conhecer, conheça-me.
Não por inteiro, mas por completo.
FATO: Não vivo de flores, nem de dores e sim de amores!
Para mim o seu estranho é o que me atrai, apenas por ser normal a meus olhos.

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